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No se trata de Pesquisa Eleitoral, conforme art. 33 da Lei no. 9.504/97, mas de mero levantamento de opinies, sem controle de amostra, sem uso de mtodo cientfico para sua realizao, dependendo, apenas, da participao espontnea do interessado.

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(Este espaço está reservado para você, cidadão, eleitor, compartilhar suas idéias, suas opiniões sobre a política, quer seja de âmbito municipal, estadual ou nacional. Os textos aqui colocados são de inteira responsabilidade do leitor. Não fazemos nenhum tipo de cortes ou alterações nos mesmos.)


CIDADANIA E MORALIDADE

Conforme o aurélio, democracia é a doutrina ou regime político baseado nos princípios da soberania popular e da distribuição eqüitativa do poder. Através de eleições livres, os cidadãos de uma democracia conferem poderes aos seus líderes conforme definido na lei.

O que se confirma hoje, foi dito pela minha nona, falecida em 1993, italiana da gema, há quase três décadas passadas: - A maioria dos nossos politicos não são corretos. Cabe salientar, que esta frase foi dita numa época que o “fio do bigode", ainda, valia alguma coisa. Numa época onde o regime autoritário reinava soberano, o marketing e as mensagens subliminares estavam gatinhando.

Então pergunto-me, como pode a "maioria esmagadora" da população, pacificamente, aceitar quase tudo o que é imposto por aqueles que obrigatoriamente deveriam proteger os interesses da coletividade, e ainda, sancionar leis e emendas contrarias ao interesse comum, violando diretamente os princípios pelo qual foi confiado ao cargo? Muitas dessas leis, como a recente reforma previdenciária, aprovada precipitamente, usurpam antigos direitos adquiridos, direitos estes, igualitários previsto em nossa constituição, com esta medida descabivel, todos os contribuintes e futuros trabalhadores, a partir daqui, perderão o direito do beneficio da aposen tadoria por tempo de serviço, previsto por lei. Porem, o político, ao cumprir 8 anos de mandato, como legitimo representante popular, tem o direito ao beneficio da aposentadoria integral.

Onde estávamos, quando aconteceu o IMPECHMENT de Color, o circo da CPI do Narcotráfico e quando eclodiu o escândalo da manipulação do Painel Eletrônico de votações, este ultimo comprovado e amplamente veiculado ao vivo pelas emissoras televisivas, mostrava os envolvidos, aparentemente tranqüilo, despidos de qualquer senso de culpa ou pudor, ridicularizando o sistema, sim plesmente num ato de auto-penitencia, anunciava a renuncia do seu mandato; E ano seguinte, alguns contrariando qualquer exemplo de ética e moralidade, retornaram legalmente ao cenário político e, pasmem, reeleitos por nós. Resta a pergunta, qual foi o tamanho do estrago que causaram, quantas leis foram sancionadas irregularmente contraria aos interesses populares... No contraponto, conheço um cidadão brasileiro, trabalhador e arrimo de família, está preso há 9 meses porque não conseguiu comprovar o estelionato sofrido, ao adquirir um automóvel com chassi remarcado; conclusão perdeu o dinheiro pago, o carro esta apreendido e ele permanece preso.

Vivemos tempos de inúmeros escândalos e a impressão que fica é a de que um manto negro, apaziguador, como um pacto obscuro e inconsciente, domina a vontade popular e determina os caminhos desta fictícia democracia, atolada em irresponsabilidades, corrupções e impunidade. Pior ainda, a sensação de indignação e repúdio, deste interminável atoleiro , freqüentemente alimentada por fatos novos deixou de ser interessante, a ponto de ser quase ignorado “naturalmente”. O que resta é a quantidade de maus exemplos e a impunidade, que sistematicamente, por anos a fio , vem refletido na educação, saúde e nos índices alarmantes e inimagináveis de violência.

Hoje, o que diria minha sábia nona, em relação as minhas indagações...

Certamente jamais saberemos, mas por conhecer sua austera descendência, eu arriscaria a dizer: - Eles, os governantes, só fazem o que permitimos que o façam.

Sorte a dela não estar neste mundo e não presenciar o partido e homem que gozava de sua confiança, ser eleito democraticamente. E a esperança depositada neste homem simples, do povo, em parte analfabeto, de berço humilde e desfavorecido, que simbolizava a esperança, a fé e o caráter necessário à revolução moral, digna de despertar o adormecido patriotismo do já tão discriminado povo brasileiro, empunhando a bandeira da ética e moralidade, tanto cobrada de nossos governantes.

Sorte dupla, em ser poupada, de não ver este governo e o homem de sua confiança, envolvidos na maior crise e esquema de corrupção do país. E ainda, a de não ser uma testemunha deste momento, que expõe o Brasil ao mundo, seus representantes suas mazelas e falcatruas enraizadas no governo, envolvendo parlamentares, partidos políticos, organizações não governamentais, instituições financeiras e empresas. Esta indignação, incapaz de retratar a surpresa do cidadão brasileiro, em síntese, apenas outorga a sua responsabilidade na escolha. Afinal, vivemos num país demo crático, só não é permitido deixar de votar.


Autor:
Julio Carlos Alves
Empresário e presidente da Ong Ambiental SOS Tancredão

Campinas - SP

http://www.oocities.org/br/sostancredao/index.htm

(Mande seu comentário para cartadoleitor@politicabr.com.br)

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